domingo, 15 de maio de 2011

Aluguéis de cães – AVA quer regulamentar essa atividade.



A Associação de Vida Animal - AVA, protocolou no Ministério Público de Ribeirão Preto em data de 11 de maio/2011 uma representação requerendo a regulamentação da atividade VIGILÃNCIA PATRIMONIAL COM CÃES na cidade de Ribeirão Preto - SP. A argumentação para o pedido, parte do fato das construtoras estarem substituindo os vigilantes por cães, levando em conta o baixo custo e a facilidade de se manter um cachorro em um canteiro de obras.
Advogada da entidade, Viviane Rodrigues Alexandre declarou que pediram para a promotoria pública chamar não só as construtoras, mas também a prefeitura com intuito de dialogarem, uma vez que é preciso que a atividade seja fiscalizada para evitar tragédias como as que aconteceram em outras cidades do Estado, a exemplo do cão que fugiu de uma obra e atacou um garoto.
Os donos do canil que alugaram o animal afirmaram que deixam o animal na obra apenas no período noturno e que os cães não representam riscos para a comunidade.
Com a regulamentação ou não dessa atividade, particularmente sou contra, uma vez que, o animal não é uma betoneira ou outra ferramenta, para ser colocado em serviço em uma construção, é apenas um animal que ao se sentir agredido ataca, ainda mais que é de praxe deixar os animais sem comida à noite para que fiquem mais agressivos ou atentos.
E ainda pelo fato que estão substituindo o trabalho do homem pelo animal, muitos trabalhadores provêm o sustento da família com a atividade de vigilante e outros necessitam de fazer esse trabalho extra para complementar sua renda.
Os donos de construtoras querem auferir cada vez mais lucro e logo a economia recai economia na redução da mão de obra.

sábado, 14 de maio de 2011

DEPUTADO DE LUCENA EM TRIBUNA DEFENDEU AUMENTO DAS PENAS PARA CRIMES AMBIENTAIS E DESAPROPRIAÇÂO DE TERRAS, EM CRIMES COMO OS PRATICADOS POR BEATRIZ RONDON – A CRUELA!



Durante quinze anos, a falsa ambientalista Beatriz Rondon patrocinou verdadeiro zoocídio na reserva do Pantanal. Turistas brasileiros e estrangeiros dos Estados Unidos Europa e nossos vizinhos da Argentina, com seus instintos de matança, provocaram caçadas terríveis e zoocidas contra animais da reserva ecológica. Onças eram seus principais alvos e suas mortes serviam para satisfazer suas taras de ver o animal agonizante e depois morto. No final as onças mortas eram apresentadas como troféus resultantes das caçadas desses pervertidos e assassinos.

O deputado de Lucena atento aos desdobramentos do caso e indignado com os acontecimentos não ficou de braços cruzados. Em discurso na Tribuna manifestou sua indignação e tristeza com os acontecimentos.
Disse o deputado: “E mais indignado ainda fiquei ao descobrir naquelas imagens a presença de duas figuras tão simbólicas na luta pela preservação da natureza. A primeira é Beatriz Rondon, que foi tão cortejada como símbolo da preservação dos animais, e a outra é João da Onça, o Sr. Antonio Teodoro de Melo Neto, que até virou personagem principal de um livro depois de ter se declarado regenerado após matar mais de 600 onças em Mato Grosso. Ele foi apresentado como o exemplo de homem que deixou de matar animais silvestres, mas, agora é acusado pela Polícia Federal por suspeita de promover a caça ilegal.”

“E aqui Senhor presidente, preciso afirmar que sou a favor de uma punição rígida nestes casos. Só o fato de pensar na possibilidade da existência de safáris ilegais no Brasil me incomoda de tal forma que já pedi a minha assessoria jurídica estudo da possibilidade de entrar com uma proposta de emenda à Constituição prevendo a pena de perdimento das terras quando o proprietário for flagrado cometendo este tipo de crime ou consentindo sua prática em sua propriedade.”
“Vamos aguardar o desfecho do inquérito, acompanhando de perto todo o tramite, pois as imagens já foram exibidas em todo o mundo e é sem duvida mais uma vergonha que acumulamos perante outras Nações - Era que tinha dizer!”
O deputado de Lucena pretende apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição, (PEC) onde defende penas rígidas, como a perda da titularidade da propriedade de quem pratica crimes ambientais: “Precisamos aumentar as penas nos casos de crimes ambientais como esse que tivemos a tristeza de assistir nas imagens chocantes divulgadas pela mídia. As cenas foram exibidas no mundo inteiro, e isso é mais uma vergonha diante do mundo que acumulamos. Assim como se discute na Câmara dos Deputados a perda da propriedade em caso da exploração do trabalho escravo pelo proprietário, protocolarei uma Proposta de Emenda à Constituição para que também seja estabelecida a pena de perdimento da propriedade quando o proprietário for flagrado promovendo ou consentindo a caça predatória. É hora de dizermos basta a tanta crueldades contra nossos animais”, desabafou o parlamentar.

Vale aqui lembranças que a autora desse blog fez a sugestão para que o governo desapropriasse as terras de gente como esta Beatriz Rondon em post anterior. De fato é uma boa sugestão, já que estas pessoas não sabem dar o merecido valor a conservação da natureza e também como forma de punição aquelas pessoas. Assim esses pecuaristas ridículos e seus capangas iriam pensar duas vezes antes de promover caçadas ilegais. Infelizmente as pessoas somente sentem o peso da punição quando perdem seu patrimônio ou dinheiro, pois estes são os bens mais valiosos que pessoas assim possuem, já que o sentimento de zelo e preservação, não tem valor algum, pois esta é uma riqueza que não faz volume em contas bancárias.

Que Deus em sua infinita bondade tenha piedade da alma negra desses seres inferiores destituídos de qualquer nobreza de sentimentos! E Brasília que esteja mais atenta as questões ambientais!




segunda-feira, 9 de maio de 2011

Beatriz Rondon multada em 105 mil reais e seu advogado afirma que a multa é infundada, pois o vídeo não é original e foi editado.



A proprietária da Fazenda Santa Sofia, Beatriz Rondon carcaças e galhadas de animais, será multada em R$ 105 mil reais, segundo o IBAMS O cálculo da multa foi feito com base no laudo pericial da EMBRAPA Pantanal. Pelo fato da fazenda Santa Sofia ser uma Reserva Particular do Patrimônio Natural-RPPN, o IBAMA do Mato Grosso do Sul considerou como agravante na definição das multas aplicadas à proprietária, sendo ainda as multas calculadas em dobro por se tratar de abate de animais silvestres para fins turísticos.
Sobre a multa a proprietária da fazenda avisou que somente irá se pronunciar por meio do seu advogado, Renê Siufi, o qual de pronto anunciou que irá recorrer da multa, já que as alegações da Polícia Federal e do IBAMA são infundadas.
O patrono de Beatriz disse também que:
“Ainda não estou sabendo muito bem desta multa, mas vamos tomar todas as medidas porque essa multa é altamente ilegal. As alegações de que os crânios são novos não tem fundamento. Eles são antigos e os vídeos também, até porque se fosse algo recente todos estariam presos em flagrante. O vídeo também não é original e foi editado. Vou pedir a perícia em todo esse material”,


São alegações infundadas já que os estudos técnicos da EMBRAPA comprovaram que os ferimentos nos crânios dos animais são recentes, contrariando Beatriz Rondon que afirmou que o material tinha mais de 50 anos. Já o IBAMA garante que perícia feita nos crânios dos animais mostra que a morte foi recente, porque ainda há material orgânico.

Uma vez mais devo afirmar que as justificativas do Ilustre advogado são infelizes, pois se trata de provas periciais robustas que inclusive constatam a originalidade do vídeo no qual aparece Beatriz em companhia de um bando de caçadores, inclusive um foragido da justiça, com decretada por caça ilegal. Como se explica a “amizade” Doutor?E como o Senhor irá explicar as declarações de Sra. Beatriz Rondon... ”É uma grande fêmea... muito bonita... estava comendo minhas vacas... aqui?” E o sorriso de prazer estampado naquela face cruel?
Gostaria de saber também qual as provas contrárias que o senhor possui para convencer o Ministério Público que sua cliente é uma santa protetora dos animais silvestres do Pantanal. Francamente! Parece que provas periciais não têm grande valor probatório em inquéritos e processos, já que alguns acreditam que podem impugnar essas provas. Doutor o Sr. se lembra do caso dos Nardoni? Pois é a estratégia de defesa é semelhante a que o Senhor agora tem usar. Uma perfeita cópia! Amigo da onça, o senhor não é mesmo e ao que tudo indica o Senhor prefere outros tipos de amizade.



Muitos pensam que o povo brasileiro não esta atento ao meio ambiente, outros acreditam que a destruição da natureza não tem importância alguma. Equívocos! Basta ver pela opinião e revolta dos usuários da internet para constatar que nosso povo tem sentimento de preservação e que crimes semelhantes aos praticados por Beatriz Rondon têm gerado grande revolta, tanto que estão exigindo grave punição para a criminosa.
O que me deixa aliviada é que essa mulher nunca mais poderá sentir-se em paz, sentirá o peso da pressão e 
da ameaça sobre si, assim como sentiram as onças quando ameaçadas por seus jagunços e suas armas.

"Estaremos de olho aberto contra impunidades, pois os tempos mudaram e pecuarista não tem nenhuma força política, já que a vontade popular reina soberana." 



domingo, 8 de maio de 2011

Particularidades: Beatriz Rondon – Costa quente por ser sobrinha-neta do Marechal Rondon



O marechal Rondon tornou-se um grande colaborador de Getúlio Vargas. Em 1942, pronunciou discurso em apoio de Getúlio Vargas "por este conduzir a bandeira política e administrativa da Marcha para o Oeste, visando ao alargamento do povoamento do sertão e de seu aproveitamento agropecuário com fundamentos econômicos mais sólidos e eficientes. Homenagem pela sua expressão de simpatia para com os indígenas e disposição de ocupar o vazio do território que permanecia despovoado.
A meta do governo militar nunca foi a conservação da natureza, tanto que os atrasos que hoje temos na matéria ambiental devemos ao governo ditador que com a política de controle, detinha controle até mesmo a pesquisa.
Na década de 60 durante a Conferência de Estocolmo generais brasileiros conseguiram pagar o maior mico na conferência, pois quando o mundo mostrava grande preocupação com o aquecimento global, bem como 
em encontrar soluções para baixar o nível de gases poluentes. 


O Brasil colocou a questão da seguinte forma: “Se vocês países ricos não querem as indústrias poluentes em seus países, mande tudo para o Brasil, porque nós adoramos poluição”. Eis que a resposta nós presenciamos hoje: multinacionais, mineradoras, vastas fazendas pecuárias de propriedade de estrangeiros e a devastação do Mato Grosso e da Amazônia por madeireiros e pecuaristas. Naquela ocasião o governo oferecia recursos para quem se propusesse ir para o Mato Grosso desmatar, já que a meta era criar o maior país agrário do mundo. A conservação do meio ambiente, nunca foi uma meta.
O Marechal Rondon foi um grande colaborador na devastação do sertão aos serviços de Vargas. E a Senhora Beatriz Rondon nada é mais que a sobrinha-neta do Marechal.


Disfarçada de ambientalistas cometia suas atrocidades, estando assim acima de qualquer suspeita, mesmo porque ela deu um jeitinho de estar à frente de projetos de preservação do Pantanal, a exemplo do Projeto do Refúgio Caiman.
A revista isto é publicou uma reportagem, na qual Beatriz Rondon faz poses de grande conservacionista. Trago um trecho do texto:
O esforço de preservação é feito pelos próprios pantaneiros. À frente do projeto de criação do Parque Natural do Pantanal está Beatriz Rondon, sobrinha-neta do Marechal Rondon e gerente do Refúgio Caiman. Do alto de seu “um metro e 51 centímetros e meio”, botina de couro, faixa paraguaia e cinturão com a navalha de um lado e o revólver calibre 38 no outro (ela não usa na frente dos hóspedes), Beatriz toureia os interesses dos diversos fazendeiros. “A idéia é unir os vários proprietários para criar normas, regras, produtos e riquezas que ajudem a poupar a natureza e a cultura pantaneira”, diz Beatriz, que trabalha em parceria com a Comunidade Européia, dona da verba de US$ 2 milhões destinada à implantação do parque.




Com uma verba tão alta destinada a projetos, é óbvio que a Lôba  não iria deixar de se travestir de ambientalista. E como disse um jornalismo em seu site: “Uma loba em pele de ovelha”.
O site millenum turismo traz um artigo com os seguintes dizeres:

Fazenda Caiman é transformada em refúgio ecológico

O refúgio tem como gerente-geral Beatriz Rondon, sobrinha-neta do marechal Cândido Rondon. Ela trabalha como prestadora de serviços, enquanto seu filho, Pedro Osório Rondon Medeiros, cuida de sua fazenda, vizinha a Caiman, do outro lado do rio Aquidauana. Aos 59 anos, ela sente como se estivesse começando a sua vida novamente. "O trabalho no refúgio só me dá prazer. Eu viajo muito, em sentido figurado, por causa da convivência com os turistas e pesquisadores", diz ela.
É de Beatriz Rodon a melhor definição da vida no Pantanal: "Para ser pantaneiro, é preciso compreender a mensagem das madrugadas, ter no silêncio um conselheiro e ver na solidão um privilégio", escreveu ela no caderno em que os visitantes deixam suas mensagens.

Definição? De psicopata? Cínica? De Crueldade?

http://www.milleniumturismo.com.br/dicas/caiman1.htm



Estive pesquisando sobre a Fazenda Sofia e o site e demais divulgações foram todos tirados do sistema, bem como toda e qualquer informação sobre Beatriz Rondon. Por quem eu não sei, mas que a Sra. Beatriz Rondon, deve ter muito a esconder, isto não há dúvidas.
As informações que restaram sobre ela foram em sites estrangeiros a exemplo do 

http://ngm.nationalgeographic.com/ngm/0508/feature3/index.html, que traduz  a página  tradução para o português, assim:

"Embora a caça de onça é ilegal no Brasil, ainda é comum nesta grande parte, habitada remoto reino. Como um caçador de onças colocou para mim: "Quem pode saber?"
Não haverá nenhum caçador de onças neste momento. Bia assinou um contrato com um grupo ambientalista sem fins lucrativos, tentando preservar os gatos ameaçado no Pantanal. Naturalista Marion Marcondes tem cavalgado aqui para verificar que uma onça matou um dos touros de Bia. Ela vai apresentar um relatório, e Bia serão reembolsados "parcialmente reembolsadas," Bia secamente notas para sua perda. Em contrapartida, Bia vai deixar a onça-pintada ao vivo.
"Eu adoro caçar onça", diz Bia, 64 anos, cujo avô apostou um terreno enorme pedido aqui em 1892. "E eu não posso estar de fora me dizendo o que fazer. Mas nós temos que ir em frente. O Pantanal está mudando sob nossos pés. Goste ou não, nós pantaneiros têm de mudar também."


Também encontrei uma referência judicial, a qual envolve uma inclusive uma ação judicial devido brigas de Beatriz com parentes pela herança, veja comentário no site abaixo... Uma verdadeira baixaria!







Ao que tudo indica a esperta Beatriz providenciou que toda e qualquer informação pessoal a seu respeito foi retirada do sistema, inclusive seu perfil no facebook. Fato que vem a provar que tem muito mais a temer do que imaginamos.

Agora com base em algumas informações familiares dá para entender porque a PF ainda não indiciou Beatriz Rondon pelos crimes cometidos e quem sabe quantos políticos estão aquecendo as costas dessa criminosa e intrometendo-se nas investigações.

A quase certeza de que tem alguém protegendo essa bruxa nota-se na economia de palavras do Presidente da ONG ECOA, que se limitou a fazer apenas um comentário superficial sobre a questão, em outra situação creio que ele seria mais eufórico.

Apesar de tudo o que me conforta é saber que essa mulher nunca mais poderá andar livremente, pois a revolta com sua crueldade já se espalhou ,basta ver a opinião dos internautas. E dá para imaginar como seria um confronto nas ruas com esta individua, já que sua pele de ovelha caiu deixando bem à mostra a loba que se escondia. Se bem que comparar essa criatura a uma loba é ofender esta espécie animal, que apenas mata para alimentar enquanto que Beatriz Rondon mata pelo prazer da morte!








Beatriz Rondon poderá ser multada em mais de R$ 100 mil. Mas que país é este que apenas multa a crueldade e condena um pobre lavrador a cinco anos de prisão por raspar a casca de uma árvore? - Governo desapropria a fazenda e cria um parque no local!



De acordo com o IBAMA, não existe dúvida, que o ocorrido no Pantanal foi crime ambiental e que Beatriz Rondon poderá ser multada em mais R$ 100 mil reais, por promover safáris ilegais no Pantanal, mas o valor em moeda não é o bastante para punir sua crueldade, seu cinismo e seu prazer sórdido que sentiu ao ver as onças mortas. Só de ver as imagens tudo em mim revoltou-se.
 Francamente não dá para sufocar o grito de raiva e desespero, pois só de pensar que a sujeita estará livre, criando suas vacas, travestida de ambientalista protetora e  pior suavemente punida.


Caros leitores sabem por que? Porque quem tem dinheiro contrata bons advogados para defendê-los e quem não tem vai para a prisão, a exemplo do Josias o lavrador que foi preso por raspar casca de uma árvore chamada almesca, em uma área de preservação permanente que fica às margens do córrego Pindaíba, em Planaltina (a 44 km de Brasília).
O lavrador contou que usava a casca para fazer chá para a mulher, Erotildes Guimarães que era portadora da Doença de Chagas e Josias soube que o chá melhorava as condições dos acometidos pela doença.
 Josias foi surpreendido com um tiro para o alto, dado por soldados da Polícia Florestal, quando raspava a almesca. Preso em flagrante delito, algemado e levado para a delegacia, o lavrador foi enquadrado na Lei do Meio Ambiente (9.605, de 98).
De acordo com o delegado Ivanilson Severino de Melo, Josias provocou "danos diretos ao patrimônio ambiental”, crime previsto no artigo 40 da lei. O delito, inafiançável, é punido com 1 a 5 anos de prisão.
 Josias um homem simples dizia que nunca roubou nada. "Eu não sei ler, nem escrever”, afirmava "Cá na minha ignorância, eu não sabia que era crime tirar raspa de árvore, que foi Deus que fez para dar chá para minha mulher”.
Na ocasião o ministro Sarney Filho visitou o preso para prestar solidariedade e Josias chorou várias vezes e disse: "Estou com vergonha até da minha mulher, por ela ser casada com um homem que já foi preso”. Para Josias, a honra é um patrimônio que a prisão lhe tirou.
O ministro na ocasião declarou: "No Brasil, ladrão de galinha vai preso, mas os grandes criminosos do colarinho branco estão soltos”.
Naquela ocasião até os ambientalistas protestaram contra a prisão injusta e a favor do acusado. "A gente tem coisa muito mais relevante como as madeireiras dilapidando o patrimônio ambiental dentro de áreas indígenas”, disse Délcio Rodrigues, do Greenpeace.


Se compararmos o grau de periculosidade dos crimes Beatriz Rondon teria que ser condenada a prisão perpétua ou pena de morte! Se o crime do lavrador de menor potencial ofensivo levou a uma condenação de 5 anos, imagine os crimes cruéis cometidos por essa cretina e com agravante de estar auferindo vantagem pecuniária com os crimes.

Diante dos crimes cometidos por Beatriz Rondon os Ambientalistas não levam a questão para um debate, apenas alegam que estão chocaram com a crueldade da matança organizada por ela.
O presidente da ONG ECOA, Alcides Faria afirmou que sua uma surpresa foi muito grande, inclusive pela postura adotada por Beatriz “de quase prazer em ter matado uma fêmea muito grande”
Questionado sobre o inquérito o DPF Alexandre do Nascimento disse que  o inquérito tem 30 dias para ser concluído e que a  polícia federal continua investigando e tem notícias de outros locais que praticam esse mesmo tipo de caça predatória.
E ainda segundo a polícia, nas fazendas investigadas, o turismo ecológico era usado como fachada, e os safáris eram feitos em áreas de preservação, onde os animais silvestres ameaçados de extinção deveriam estar protegidos. As investigações ainda não terminaram. Por isso, a fazendeira e os peões que aparecem nas imagens não foram indiciados. Isso que pode acontecer até o final do inquérito.


Beatriz Rondon poderá ser indiciada, mas ficará livre e ainda responderá todo o processo em liberdade, posteriormente se condenada for, alegará como atenuante da pena seu trabalho em prol da conservação do meio ambiente e  ficará em prisão domiciliar, continuará a vender pacotes turísticos ilegais para estrangeiros e a comandar os safáris ilegais, porque criminoso no Brasil nunca vão para a prisão já que contrata bons e caros advogados para atuarem em sua defesa, bem aos contrário do  lavrador  Josias: um pobre coitado e foi preso porque era um “Zé Ninguém” e nenhum advogado ou defensor público foi atuar em sua defesa.

Aqui nesse nosso Brasil a coisa toda somente surte algum resultado quando se mexe no bolso dessa gente criminosa, por isso para a mais plena justiça e para compensação dos danos causados ao meio ambiente e por todos os crimes ambientais cometidos por essa sujeita, deveria o governo desapropriar a fazenda Santa Sofia (que nenhum santo se viu por lá) e transformar em uma reserva, vender todas as vaquinhas da cretina e aplicar o valor em proteção às onças. Sem fazenda... Sem safáris... Sem turistas cretinos.

Levando em consideração que a Constituição Federal traz em seu texto a função socioambiental da propriedade, não terá nenhuma ilegalidade que toda a área seja desapropriada e transformada em reserva ambiental... Quem sabe em uma Reserva para as Onças do Pantanal.

Senhor Ministro do Meio Ambiente... Movimente-se! ... Faça algum!... Ambientalistas vamos nos unir contra a impunidade!

A sugestão está dada e tenho certeza que um forte movimento poderá se formar neste sentido.

                                                    Fazenda Santa Sofia


sábado, 7 de maio de 2011

“Turistas estrangeiros pagavam de 30 a 40 mil dólares para caçar ilegalmente na fazenda de Beatriz Rondon”. Quais serão os argumentos alegados em defesa, pelo advogado da falsa ambientalista agora? Eram todas armas de brinquedo só para assustar ratinhos?



Turistas estrangeiros pagavam de 30 a 40 mil dólares para caçar ilegalmente no Pantanal de Mato Grosso do Sul e participavam de safáris, que eram feitos em uma fazenda Aquidauana, localizada a localizada a130 quilômetros de Campo Grande e de propriedade da falsa e oportunista ambientalista Beatriz Rondon.

Segundo declarações do superintendente do IBAMA-MS, David Lourenço, esses valores incluíam passagens aéreas, hospedagem e todo o tipo de munições e armamentos usados para a caça e que a fazenda não passava de fachada para realizar os abates clandestinos.


A denúncia do esquema partiu de um vídeo anônimo encaminhado para a Polícia Federal (PF) e foi feito por um norte-americano. Segundo David, de um vídeo anônimo feito por um turista norte-americano, encaminhado para a Polícia Federal mostra que a principal atração era a matança de onças e as belezas naturais do Pantanal.

Para o superintendente do IBAMA: “Isso é uma evidência clara de que os safáris eram feitos em Mato Grosso do Sul e por isso precisam ser investigados mais profundamente”.


Após operação conjunta da PF e do IBAMA foram encontradas 12 galhadas de cervo, dois crânios de onça, uma mandíbula de porco monteiro, uma pele de sucuri com 3,5 metros, cinco revólveres calibre 38, uma pistola 357 de uso restrito, uma carabina, dois fuzis, 17 caixas de munições de diversos calibres, dois alforjes usados para a caça e dois tubos de turro, que quando soprados emitem um som para atrair onças.

O IBAMA esclareceu ainda que os primeiros indícios de que na propriedade eram realizados abates clandestinos de animais surgiram durante a operação Jaguar, realizada em junho de 2010, quando a PF prendeu integrantes de organização que agia em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paraná na caça de animais como onças pintadas, onças pardas e jacarés.

A PF informou que as ações criminosas dos grupos eram feitas com a participação de caçadores brasileiros e estrangeiros que visitavam o Pantanal apenas para a realização das atividades predatórias.

Instrumento usado para imitar o zurro da onça.

Vale noticia que as investigações da operação começaram no ano passado em Corumbá, município pantaneiro distante 426 quilômetros de Campo Grande e que as ações criminosas dos grupos eram feitas com a participação de caçadores brasileiros e estrangeiros.

A PF tem todas as provas para indiciar e prender os membros da quadrilha criminosa, bem como de averiguar os turistas estrangeiros que entraram no Pantanal com a desculpa de vislumbrar a beleza cênica do Pantanal quando na realidade o objetivo era matar animais. Assim deveria intensificar a fiscalização e começar a proibir a entrada dessas criaturas vis para fins de suposto turismo.



O curioso de tudo isso é que os EUA é o país que mais cobra a conservação da Amazônica, mas ninguém dá muito credibilidade a um povo que destruiu seu próprio país, se assim o fizeram, imagina o que não fazem com o país dos outros.

O sociólogo Antônio Carlos Diegues muito critica o nosso modelo de conservação em seu livro “O mito da natureza intocada”, e alguma razão lhe assiste, porém quando nos deparamos com a covardia e crueldade dessas quadrilhas e com esses turistas estrangeiros medíocres, começamos a pensar que a modelo da natureza de beleza cênica e intocada tem que prevalecer, afinal o Homem não é capaz de respeitar a vida no planeta.

Ilustríssimo Doutor René o Senhor ainda vai continuar alegando que sua cliente é uma santa, uma ambientalista que somente quer proteger as pobres oncinhas? Que as armas eram de brinquedos? Brinquedinhos que sua cliente colecionava? E aquele arsenal de armas e munição para que servia? Caçar ratos é que não era não é verdade?





Falsa ambientalista organiza safári ilegal no Pantanal e eu por uma questão de ética prefiro ser devorada por onças a me colocar como advogada na defesa dessa criatura.



Vídeos enviados por um estrangeiro a Polícia Federal mostra safári ilegal no pantanal. A caça ilegal estava sendo vendida para outros países como uma atração turística. Os vídeos filmados em inglês é um documentário de 20 minutos que mostra de um lado as belezas naturais do pantanal (flora e fauna) e de outro lado mostra cenas terríveis da caça ilegal que termina na morte de animais selvagens como a onça parda e a onça pintada (esta em extinção).


                          A onça parda vítima da caçada de imbecis

A Polícia Federal recebeu o material contendo dois vídeos, os quais levaram a PF abrir uma investigação, deu ensejo a uma operação que foi intitulada Jaguar II, feito em conjunto com o IBAMA – Mato Grosso.
Na operação, que se deu na quinta-feira, dia 05.04.2011, policiais federais e agentes do IBAMA encontraram e apreenderam armas e munições de uso restrito, instrumentos para imitar o rosnado da onça (que atrai animais da mesma espécie, como também foram encontradas várias galhadas de cervos, mandíbulas de porcos do mato, crânios de onças, couro de cobra, carcaças de animais silvestres e as peles e partes de animais abatidos na Fazenda Santa Sofia, localizada no município de Aquidauana, a 130 quilômetros de Campo Grande-MS.



Arsenal encontrado na fazenda por policiais federais e agentes do IBAMA

A Fazenda Santa Sofia de propriedade da fazendeira e empresária Beatriz Rondon que no local também mantinha uma pousada e de acordo com a apuração da PF, a pousada da fazenda era fachada para realizar abates clandestinos de animais.

                                           A falsa ambientalista e oportunista pecuarista

Desde 2002 que a pecuarista Beatriz Rondon recebe recursos de uma ONG internacional para proteger as onças que atacavam o rebanho bovino. Para cada animal constatado morto por uma onça e periciado pela organização, a fazendeira recebia a quantidade de R$250. Era uma espécie de indenização.

Em um dos vídeos vê se claramente os caçadores armados com espingardas e carabinas e curiosamente usando fardas camufladas semelhantes às do exército brasileiro. Também se vê uma terrível cena na qual o “maldito” caçador aponta a arma para o animal que está no alto de uma árvore assustado, aponta e atira em uma onça parda. Mortalmente ferida, pobre a onça cai da árvore. No mesmo vídeo mostra a caça de uma onça pintada, que atingida cai e os caçadores ajeitam o animal para a filmagem.



Em outro vídeo mais cenas de caças, tanto de uma onça parda como de uma pintada que está abrigada em cima da árvore, quando é atingida pelo tiro de um dos caçadores, cai e cães dos caçadores servem-se do pobre animal como se fosse um banquete.


Nas imagens também aparecem Antônio Teodoro de Melo Neto, que está com a prisão decretada por caça ilegal e ainda a pecuarista Beatriz Rondon, que se intitulava “ambientalista”. E rindo feliz declara após o assassinato da onça pintada e em meio a um sorriso odioso declara: “Uma grande fêmea... muito bonita... Que estava comendo minhas vacas aqui”.


       Antônio Teodoro - caçador com prisão decretada por crime ambiental


 Beatriz Rondon - pecuarista, empresária e falsa ambientalista, sorrindo no vídeo ao declarar que a onça  era " uma grande fêmea ...."

Não costumo ficar contente com a desgraça alheia, mas no caso ficaria contentíssima, se em vez de comer as vacas dessa falsa ambientalista, a onça pintada tivesse devorado o caçador Antônio no jantar e de sobremesa esta odiosa Beatriz.

Vale noticia que há nove anos o jornal nacional fez uma reportagem onde os pesquisadores constavam carcaças de animais, tendo do lado a pecuarista Beatriz que fazia parte de um programa de proteção das onças, inclusive recebia indenização em dinheiro pelo gado morto pelas onças. Não duvido que ela matasse as onças para receber as indenizações. A ONG deveria agora exigir de Beatriz a restituição dos valores pagos a título de indenização com juros e correção monetária.

Beatriz acompanhando o grupo de pesquisas que monitora as onças na região - arquivo do JN

O superintendente do IBAMA disse que o vídeo demonstra claramente um safári ilegal sendo realizado no Mato Grosso do sul, sendo que os turistas (caçadores) vinham para o Brasil com o pacote completo (passagens, estadias e a materialização do crime ambiental, que se tipificava com a matança de onças e 
outros animais da fauna silvestre).


Já o Delegado da Policia Federal Alexandre Nascimento, declara que “Beatriz recebia em sua propriedade amigos e turistas especialmente para a caçada no Pantanal, uma vez que a propriedade serve também como pousada, mas que não passava de fachada para a realização de abates clandestinos.”


O advogado da pecuarista e “falsa ambientalista”, René Siufi: justifica o fato de ter encontrado o arsenal caça e peles e carcaças de animais na propriedade de Beatriz, afirmando que a pecuarista não tem interesse nesse tipo de caça e que as armas são todas legalizadas e possuem cadastro no exercito e que Beatriz Rondon é uma colecionadora de arma.


Máxima data Vênia Doutor René, como advogada, posso dizer que o senhor não poderia ter sido mais infeliz nas suas alegações, já que os vídeos demonstram prova robusta da participação da sua cliente nas caças, bem como a alegria com que via os animais mortos, isto sem falar no sorriso ao declarar: “Uma grande fêmea... muito bonita... Que estava comendo minhas vacas aqui”.

E veja Doutor que são provas documentais fortes, já que a própria PF constatou a originalidade dos vídeos, isto sem falar nas peles e carcaças de animais encontrados na sede da fazenda e como é que o Senhor justifica isso? Como também o Ilustre Dr. Justifica o fato de Beatriz estar em companhia de um sujeito com prisão decretada por caça ilegal?

Tudo bem que uma pessoa tem direito a defesa, antes de ser julgado e condenado, afinal nossa Carta Magna de 1988, assim dispõe, porém eu como advogada, por dinheiro algum neste mundo defenderia sua cliente e falsa ambientalista, porém tudo é uma questão de ética profissional e princípios e a minha ética é que eu  prefiro ser devorada pelas onças na floresta, do que colocar meus serviços e conhecimentos em benefício de uma pessoa que destrói a vida e o equilíbrio ambiental.


 Ninguém foi preso porque não havia pessoas na fazenda no momento da ação. Beatriz Rondon não foi ainda indiciada porque as investigações ainda estão em andamento e porque não há provas que ela tenha ligação com o grupo que agia de forma organizada para a prática de crime ambiental. Entretanto O IBAMA apontou que os primeiros indícios de irregularidade na fazenda foram constatados na Operação Jaguar, realizada em junho de 2010. A investigação ganhou reforço de um vídeo anônimo gravado dentro da fazenda, em momentos de caçadas e abates e segundo apuração da PF, a pousada da fazenda Santa  Sofia  era  fachada para realizar abates clandestinos de animais. Como é que não tem indícios? Isto, por si só, já é prova o suficiente para indiciar a fulana ambientalista.

A menos que eu tenha aprendido tudo errado na faculdade de Direito, configura prova tudo os indícios, e tudo aquilo que possa fundamentar um crime: o material aprendido os vídeos e todos os demais indícios, já são provas suficientes para indiciar e prender Beatriz Rondon, evitando assim que continue a organizar matanças de onças e outros animais.


                                       Um dos caçadores , talvez o Antônio Melo

A menos que eu tenha aprendido tudo errado na faculdade de Direito, configura prova tudo os indícios, e tudo aquilo que possa fundamentar um crime: o material aprendido os vídeos e todos os demais indícios, já são provas suficientes para indiciar e prender Beatriz Rondon, evitando assim que continue a organizar matanças de onças e outros animais.


Ao que tudo parece que as leis ambientais brasileiras não são o bastante para punir, já que ainda se conserva a mentalidade de país agrário, onde o que conta é somente a produção, não importando as leis que punem crimes ambientais.

                                       Onça pintada - vitima da caça ilegal.

Caros leitores e amigos me desculpem se engrossei nas palavras, porém fico irada quando tomo conhecimento de questões tão graves e absurdas.


Os vídeos estão no site do jornal nacional caso interesse a alguém ver, as cenas são fortes e tristes: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2011/05/video-mostra-acao-de-cacadores-em-matanca-de-oncas-no-pantanal.html

MEUS SINCEROS AGRADECIMENTOS AOS TURISTAS ESTRANGEIROS QUE TIVERAM A COSNCIÊNCIA DE ENVIAR OS VÍDEOS PARA A POLÍCIA.
PEÇO DESCULPAS PELA FALTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E FALTA DE CONSCIÊNCIA AMBIENTAL DO POVO BRASILEIRO.


 Pesquisadores - arquivo Rede Globo


 Sob o disfarce de "ambientalista"